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BLOG DO MARCOS GROSS


argument

NINGUÉM SE ENTENDE NESSA EMPRESA E AGORA?

 

O estômago “não vai com a cara” do baço. O intestino brigou com o rim. O esôfago não quer conversa com a vesícula biliar. O pulmão teve uma desavença com o coração. Se os orgãos do corpo humano brigassem entre si, qual seria a chance de sobrevivência?

As pessoas acham que nas empresas é diferente. Mas não é. Há várias organizações cujos departamentos estão em “pé de guerra” e com sérios riscos de não sobreviver à concorrência.

 

O departamento de produção “está de mal” com a marketing porque os estoques estão altos; o setor financeiro vive em conflito com a engenharia por conta dos custos dos projetos, que por sua vez, “anda às turras” com o TI, que não processa adequadamente os dados na plataforma. Acostumados à “doença crônica”, os colaboradores acham normal conviver com a “hipertensão corporativa”. 

 

Da mesma maneira que um paciente adoece devido ao desequilíbrio de suas funções, as empresas podem perecer em razão das suas tensões internas. Apesar de absurdo, grande parte das empresas brasileiras vivem uma espécie de “guerra civil” entre seus colaboradores, afetando a qualidade de entrega de seus produtos e serviços. 

O motivo dos atritos entre os setores podem ser devido ao “ego inflado” de alguns gestores, vaidade, poder, resistências, disputa por verbas ou conflitos de metodologia de trabalho. Enquanto as seções da organização brigam entre si, o “organismo empresarial” vai se deteriorando até que chega o dia que ele vai em definitivo para a UTI e não volta mais à vida.

 

Independente das causas desses estranhamentos, departamentos que não se comunicam por conta de conflitos pessoais e administrativos acabam por “quebrar” cadeias de produção e sinergias das equipes, levando a queda da qualidade. Cada agrupamento de uma organização possui um elo com os demais. Se uma parte não se “conecta” com a outra, fornecendo constantes feedbacks, tudo pode se desalinhar. É como time de futebol cujo defesa não tem ligação com o meio de campo e ataque. Desse jeito, como a equipe fará gols e vencerá a partida?

 

Um gestor competente, uma espécie de “clínico geral” da organização, tem que estar treinado para detectar os sinais de “entupimento” das artérias da corporação. Deve observar onde estão os pontos de tensão e por que as equipes não estão dialogando. Ele deve se perguntar quais são motivos da falta de comunicação no sistema, rastreando cada “nó” da organização.

 

Fica a dica: a persistirem os sintomas de desconexão entre os departamentos, procure estimular a comunicação na sua empresa. Fim da mensagem.

 

Marcos Gross Scharf

Diretor da McGross – treinamento e consultoria

Doutorando, mestre e especialista em Gestão de comunicação

www.mcgross.com.br



Escrito por Marcos Gross às 10h22
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