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BLOG DO MARCOS GROSS


 

 

VIVENDO E APRENDENDO A SE COMUNICAR

Na infância, nossos primeiros “mestres” na arte da comunicação eram nossos pais e familiares. Aprendemos com eles, por meio de imitações de seus gestos e posturas cotidianas, a segurar um garfo, a se comportar à mesa e a selecionar o que poderia ser dito ou censurado nos ambientes públicos e privados.

Segundo os psicólogos, nossos principais comportamentos são programados em nossos cérebros até aproximadamente os sete anos de idade. Muitos se cristalizam, mas o ato de aprender com os outros prossegue até o final da vida.

Isso significa que os familiares foram nossos primeiros “modelos” de comunicação, aqueles referenciais que havíamos “copiado” para começar a moldar o nosso “jeito” de se expressar com o mundo. Afinal, a convivência diária nos ensinou muitas lições para a vida e à sobrevivência na sociedade.

Mais tarde, na adolescência, vieram os ídolos da TV, cinema, música. Cada geração se inspirou no estilo de um artista: a maneira como se vestem, o corte de cabelo, as expressões faciais, as atitudes e a articulação verbal. Quantos guitarristas aprenderam seu ofício observando “dias a fio” as habilidades de um Eric Clapton, Hendrix, Van Halen...

Tornamo-nos excelentes em qualquer atividade profissional quando observamos nossos ídolos, aquelas pessoas que admiramos por seu modo de agir, conversar e lidar com os desafios que se apresentam. Para o psicólogo Albert Bandura, ao prestar atenção ao modelo que nos parece ideal, podemos assimilar seus traços, incorporando suas melhores características.

Como posso me tornar um excelente comunicador? Um bom começo é observar as técnicas que os grandes palestrantes, atores, apresentadores de TV utilizam nos eventos. É preciso ficar atento como interagem com o público, de que modo seus corpos emitem mensagens aos receptores e como trabalham e variam com seu tom de voz a cada palavra pronunciada.

Se minha intenção é escrever melhor, devo ler artigos de jornal, livros e textos online com atenção redobrada, analisando a linguagem do articulista e como ele usa as palavras para se comunicar com os leitores. O hábito da leitura possibilita programar no subconsciente um repertório de palavras que pode ser usado em qualquer contexto pessoal e profissional.

Lembre-se que para ser um comunicador excelente é necessário combinar os traços do seu “modelo’ ao seu estilo. Não tente “clonar” as pessoas que você admira. Respeite a sua propria personalidade e crie sua identidade comunicacional. Fim da mensagem.    

Marcos Gross Scharf

Diretor da McGross – treinamento e consultoria

Doutorando, Mestre e especialista em Gestão de comunicação

www.mcgross.com.br



Escrito por Marcos Gross às 10h32
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